Olá Embriaguez!
Como anda?
Eu to na loucura real de prova e bla bla bla....ando com alguns contratempos.
Escrevi porque, sei lá, preciso tirar um pouco as coisas da minha
cabeça.Hoje foi um dia tão normal que pareceu até estranho!Na frente
da minha escola cortaram uma árvore linda...foi tão triste ver todo
aquele verde caindo no chão.Falam que verde é cor de esperança,
não?Pois é, esperança literalmente caindo por terra.
O desânimo tem tomado conta de mim em alguns pontos.Parece que meu
único porto seguro é aquele que tinha abdicado antes.
Bom, voltando ao meu dia estranhamente normal, resolvi que queria um
sorvete de maracujá depois que saí da aula.E tudo estava tão normal
que me vi no direito de pedir calda quente de chocolate por cima, só
para arranjar algum problema!
As pessoas passavam por mim e davam aquela risada disfarçada, viam uma
menina-moça que no momento era mais criança do que nunca, perdendo
feio para um sorvete de maracujá com calda quente de chocolate.
Foi tão bom ter esse problema.
Foi tão maravilhoso só ter essa preocupação por uns 10 minutinhos...
Terminei o sorvete, consegui achar uma torneira para lavar minhas
mãos, recomecei a ler um livro enquanto esperava ônibus e vim pra
casa.Estranho não??
Estranhamente normal....
É isso!Lembranças de um mundo de chão sólido de terra e céu azul de
estrelas ainda escondidas!;)
Vou me indo esperar a lua.
Beijos
Ama.r
PS*vou publicar,ok?
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Bad
Cara, as vezes eu queria entender as pessoas, não é julgamento, é só me deixar segura.
Não gosto de não saber o que acontece.E também não gosto de achar o que não acontece.
É tudo tão estranho que nem sei o que falar,é meio....bad trip, entende?
Não gosto de não saber o que acontece.E também não gosto de achar o que não acontece.
É tudo tão estranho que nem sei o que falar,é meio....bad trip, entende?
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Menina das maçãs.
Um dia, quando estava caçando borboletas, conheci uma menina que juntava cacos.
Cacos, é, caquinhos de vidro.
Por algum tempo , esqueci que existiam as cores.Sentei e observei.
A menina chora...
Tem as mãos sangrando e vidros em volta,muitos caquinhos pequenos que brilhavam na luz do sol.No meio de tanto choro, ia juntando caquinho por caquinho, ia colando, moldando, parece que se deixasse um pedacinho nunca mais seria a mesma coisa.
Com seu arquinho vermelho, abaixa até o chão, pega um pedacinho e cola ocm todo o zelo, com todo o cuidado do mundo.
Suas lágrimas vão parando, em alguns momentos se corta com os cacos, mas está tão compenetrada com seu trabalho que parece não se importar.
As lágrimas vão parando
vão parando...
junto, a menina começa a esboçar um sorriso.De leve, mas um sorriso de manso de alívio, tinha os olhinhos vermelhos de cansaço, e profuuunndos....aaa, eram tão profundos que quase vi minhas cores de borboletas neles.
Quando seu trabalho termina, quando todos os cacos estão colados, aparece um menino com alma travessa e cara de anjo.
Tem uma maça na mão.
De repente a maçã voa.
Colide com o trabalho de cacos, lágrimas e sangue da pobre menininha da tiara vermelha.
É assim que a vejo retornar ao trabalho inicial, de juntar os cacos pacientemente como se aquilo fosse a única ocisa que pudesse lhe trazer o esboço do sorriso novamente.
Eu volto a caçar borboletas, e deixo a história seguir seu rumo.
No final, eu sei que sempre fecho a porta do mundo mesmo.Aquela não foi a última.Não acabou.E será que vai acabar?
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Caravaggio
sábado, 15 de novembro de 2008
Ás vezes...
.....fico me perguntando quantas pessoas veêm a lua como eu vejo.
Agora com licença, que nós vamos dormir.Boa noite.
Gosto não se discute
O velório
Primeiro chegou o Kiko. Pediu um café e um croissant de amêndoas. Depois a Priscila com o namorado trazendo um pratinho com tortinhas de chocolate e mousses pequenininhos. Trouxeram cigarro e água com gás também. Aí chegou a Carol com a filha e na sequência o Luiz com o Zé. Eu fiquei a tarde toda no chá de hortelã.
Todos nós comendo, fumando, rindo, espalhando migalhas, guardanapos babados, restos de jornal. Tudo em cima do seu defunto. Era uma mesa grande para caber tanta gente mas por sorte o seu caixão não era pequeno.
Você se comportou como um morto mesmo. Não se mexeu, sorriu ou manifestou qualquer opinião. Falamos pouco de você, bem pouco. Ninguém chorou, ninguém comentou “um homem tão bom e tão jovem”. Não teve nada disso. O cardápio estava bem na sua cara e o pratinho com os doces da Priscila bem em cima das suas mãos cruzadas no peito. Quase não dava pra ver você. A não ser quando o garçom levava algum resto embora ou a filha da Carol insistia em jogar tudo da mesa no chão. Criança odeia hipocrisia.
Tal qual aqueles enterros de gente com mais de cem anos que morre dormindo, no fundo achamos óbvia e aceitável a sua partida. Era como se embaixo da gente não estivesse uma história se decompondo, um sonho interrompido de forma tão absurda quanto qualquer pessoa que deixa de existir. Eu estava de ombro de fora e saia curta, reparava com tédio e algum desejo o rapaz de muleta comprando baguete. Fui colocar mais açúcar no chá e com gosto deixei cair um pouco em seus olhos fechados pra sempre. Ah se desse tempo de te mostrar mil doçuras, quis lamentar, mas não lamentei. Era o velório mais calmo e sem lamento de toda a minha vida.
Até que o Kiko pagou a conta e foi embora a pé, pensando o que faria pra se distrair num domingo mal acabado como aquele. Depois a Priscila e o namorado correram para não perder o filme. A Carol teve que levar a filha pra tomar banho, a menina tinha chocolate até dentro da unha do pé. O Luiz me abraçou forte e também se foi, precisava passar na farmácia pra comprar alguma coisa de gripe. O Zé sumiu e nem me dei conta. O garçom levou tudo da mesa, passou um pano melado pra zerar a vida e me perguntou se eu desejava mais alguma coisa. Eu fiz que não. Eu não desejava mais absolutamente nada.
Novas pessoas e novos turnos foram levando as cadeiras, uma senhora animada levou meus guardanapos, o casal de gays levou o cardápio, a garçonete nova levou a conta com as balinhas ignoradas dentro, as horas foram levando o calor e a claridade, o silêncio foi levando qualquer pedacinho fraco de esperança, o dia foi levando tudo mesmo eu não identificando nada. Eu não me mexia. Eu não tinha lugar pra ir. Eu não tinha mais vida dentro de mim. E foi então que entendi minha calma dura e fria. Era eu naquela merda de caixão com um calço no pé direito.
-Tati Bernardi-
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Borboletas, novamente.
Não sei bem o que tenho com borboletas.Pode parecer muito piegas, mas elas sempre aparecem.Parece que para me dizer as coisas, para me mostrar a diferença do mundo.Como nos textos da Clarice em que sempre tem a epifania.Eu tenho borboletas.
Hoje fui até a banca de revistas com a minha prima e vi um livro, era parte de uma enciclopédia do estadão, com livros de vários assuntos.Me interessei muito por um de literatura e mina prima comprou para mim.
Chegamos na minha avó, abri o livro e comecei a folhear...Me empolgo taaanto!!Tantas coisas, tantas biografias, resumos de obras, Goethe, Jane Austen, Poe, Woolf, Dante, Shakespeare...e assim vai.
Li muitos dos que tinham lá.
Minha empolgação foi enorme!!!Amei!Parecia uma criança pulando e mostrando a todos.E mostrei a todos!Falei de autores, de obras....falei...falei...falei....e parei.Olhei e percebi que ninguém prestava atenção.
Ninguém nunca presta atençao.
Eu não estava falando de bingo, nem estava falando de Harry Potter, nem dos desastres sensacionalistas que aparecem na tv, muito menos no palmeiras que tá ganhando/perdendo/não importa.
Fiquei quieta....de repente vi um livro meu, que deveria estar na minha estante mas não estava.Fiquei tão feliz!!!Olhei para minha mãe e falei:
-Mãe, você está lendo Solilóquios de Santo Agostinho!?
-To, queria um livro, fui ao seu quarto e peguei.
-E o que tá achando?Tá gostando? Eu gosto de como ele fala de 'homem exterior' que faz parte do mundo e o 'homem interior' que nos diferencia do mundo.Não que eu concorde plenamente, mas é uma visão muito interessante!
-Já pegou dessa bala?É muito boa, experimenta.
Novamente:falei...falei...falei....e parei.Olhei e percebi que ninguém prestava atenção.
Foi quando vi a borboleta, parada perto do batente da porta da cozinha.Ela era pequenina e tinham formiguinhas perto dela.
Ela estava parada, as formigas se aproximaram, se aproximaram, rodearam a borboleta...A borboleta continuou parada.Parece que esperava para reconhecer as formigas.
Então, percebeu que formigas não tinham asas, e não poderiam acompanhá-la....bateu as asas uma vez, duas vezes, três vezes, parou de novo como se estivesse realmente pensando se as formigas não estavam percebendo seus movimentos.
E assim, voou e foi embora....em minha direção.....voou por cima da minha cabeça, e ninguém além de mim a notou dentro da cozinha.Tinha uma cor azulzinha linda.
Deu uma volta completa e saiu.
Obrigada borboletinha.Te encontro por aí, assim que aprender a voar novamente, e sem cair.
Hoje fui até a banca de revistas com a minha prima e vi um livro, era parte de uma enciclopédia do estadão, com livros de vários assuntos.Me interessei muito por um de literatura e mina prima comprou para mim.
Chegamos na minha avó, abri o livro e comecei a folhear...Me empolgo taaanto!!Tantas coisas, tantas biografias, resumos de obras, Goethe, Jane Austen, Poe, Woolf, Dante, Shakespeare...e assim vai.
Li muitos dos que tinham lá.
Minha empolgação foi enorme!!!Amei!Parecia uma criança pulando e mostrando a todos.E mostrei a todos!Falei de autores, de obras....falei...falei...falei....e parei.Olhei e percebi que ninguém prestava atenção.
Ninguém nunca presta atençao.
Eu não estava falando de bingo, nem estava falando de Harry Potter, nem dos desastres sensacionalistas que aparecem na tv, muito menos no palmeiras que tá ganhando/perdendo/não importa.
Fiquei quieta....de repente vi um livro meu, que deveria estar na minha estante mas não estava.Fiquei tão feliz!!!Olhei para minha mãe e falei:
-Mãe, você está lendo Solilóquios de Santo Agostinho!?
-To, queria um livro, fui ao seu quarto e peguei.
-E o que tá achando?Tá gostando? Eu gosto de como ele fala de 'homem exterior' que faz parte do mundo e o 'homem interior' que nos diferencia do mundo.Não que eu concorde plenamente, mas é uma visão muito interessante!
-Já pegou dessa bala?É muito boa, experimenta.
Novamente:falei...falei...falei....e parei.Olhei e percebi que ninguém prestava atenção.
Foi quando vi a borboleta, parada perto do batente da porta da cozinha.Ela era pequenina e tinham formiguinhas perto dela.
Ela estava parada, as formigas se aproximaram, se aproximaram, rodearam a borboleta...A borboleta continuou parada.Parece que esperava para reconhecer as formigas.
Então, percebeu que formigas não tinham asas, e não poderiam acompanhá-la....bateu as asas uma vez, duas vezes, três vezes, parou de novo como se estivesse realmente pensando se as formigas não estavam percebendo seus movimentos.
E assim, voou e foi embora....em minha direção.....voou por cima da minha cabeça, e ninguém além de mim a notou dentro da cozinha.Tinha uma cor azulzinha linda.
Deu uma volta completa e saiu.
Obrigada borboletinha.Te encontro por aí, assim que aprender a voar novamente, e sem cair.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amo
É impossivel dizer que não amo.
Amo sim e não é no passado...
mas o amor muda.
Vou continuar amando, e para sempre, talvez com mais ou menos intensidade do que o presente.
O presente?Seria dádiva.
Só o que tenho é o eco do futuro do pretérito.Seria...ia...ia...ia...
E os besouros.Que amo.
Amo sim e não é no passado...
mas o amor muda.
Vou continuar amando, e para sempre, talvez com mais ou menos intensidade do que o presente.
O presente?Seria dádiva.
Só o que tenho é o eco do futuro do pretérito.Seria...ia...ia...ia...
E os besouros.Que amo.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Por dentro
Faz cerca de meia hora, tento escrever sobre uma menina que corre atrás de borboletas.
São borboletas coloridas, que voam com leveza e que atraem as pessoas que as notam...não são todos que as vêem.
A menina corre, pula, feliz, não vê o que se passa, não vê que entrou em um mundo diferente do seu, está inebriada demais com as cores.
Já as cores da borboleta, não são cores da borboleta; disse Alberto Caeiro: é as cores que tem as borboletas e não as borboletas que tem as cores, falando em tom poético que no contexto pode ser totalmente aplicável.
Certo, continua sua corrida.
O que busca diante de tantas cores? Não sei...talvez felicidade.Isso!Felicidade, um pouco de emoção para a vida parada que tinha com seus besouros.Pensa que melhor é ser das borboletas, que voam trazendo brilho, felicidade, cor, música e poesia...do que ficar no chão com os besouros pacatos com de terra.
E é assim que é envolvida...uma dança e se pousa, outra rodopia e toca sua pele na nuca te dando um arrepio desagradável...é uma dança tão mágica que tem uma vontade imensa de comer todas elas, para que sempre tenha borboletas na barriga.
Mas o tempo passa.Ficou muito em um mundo que não era dela e não soube administrar aquilo que não estava ao seu alcance.
Seus pés não tocavam mais o chão e seu vestidinho flutuava ao som da dança sinestésica.
Sinestesia....
e....ah....
o tempo passa, as nuvens se fecham.
O Sol se vai.
A Lua não vem.
O brilho se acaba.
O que era belo ficou feio; o que era borboleta se tornou mariposa, e o que era grama virou um buraco frio, escuro, cheio de insetos ainda mais baixos do que seus besouros cor de terra.
A menina que antes saltitava, agora chora ao ver que não tem ninguém, que não tem nada, que borboletas voam e não deixam as cores, e que não se pode sair do chão.
Ela entendeu que saindo para voar, caiu de uma altura duplamente maior do que iria cair.Percebeu que está abaixo das flores.Abaixo do mundo.
A menina chora, mas ainda espera pelo amanhecer, ainda acha que vai olhar para cima e ver que o buraco não é tão feio, nem tão grande, nem tão frio....
Essa menina vive em mim.
São borboletas coloridas, que voam com leveza e que atraem as pessoas que as notam...não são todos que as vêem.
A menina corre, pula, feliz, não vê o que se passa, não vê que entrou em um mundo diferente do seu, está inebriada demais com as cores.
Já as cores da borboleta, não são cores da borboleta; disse Alberto Caeiro: é as cores que tem as borboletas e não as borboletas que tem as cores, falando em tom poético que no contexto pode ser totalmente aplicável.
Certo, continua sua corrida.
O que busca diante de tantas cores? Não sei...talvez felicidade.Isso!Felicidade, um pouco de emoção para a vida parada que tinha com seus besouros.Pensa que melhor é ser das borboletas, que voam trazendo brilho, felicidade, cor, música e poesia...do que ficar no chão com os besouros pacatos com de terra.
E é assim que é envolvida...uma dança e se pousa, outra rodopia e toca sua pele na nuca te dando um arrepio desagradável...é uma dança tão mágica que tem uma vontade imensa de comer todas elas, para que sempre tenha borboletas na barriga.
Mas o tempo passa.Ficou muito em um mundo que não era dela e não soube administrar aquilo que não estava ao seu alcance.
Seus pés não tocavam mais o chão e seu vestidinho flutuava ao som da dança sinestésica.
Sinestesia....
e....ah....
o tempo passa, as nuvens se fecham.
O Sol se vai.
A Lua não vem.
O brilho se acaba.
O que era belo ficou feio; o que era borboleta se tornou mariposa, e o que era grama virou um buraco frio, escuro, cheio de insetos ainda mais baixos do que seus besouros cor de terra.
A menina que antes saltitava, agora chora ao ver que não tem ninguém, que não tem nada, que borboletas voam e não deixam as cores, e que não se pode sair do chão.
Ela entendeu que saindo para voar, caiu de uma altura duplamente maior do que iria cair.Percebeu que está abaixo das flores.Abaixo do mundo.
A menina chora, mas ainda espera pelo amanhecer, ainda acha que vai olhar para cima e ver que o buraco não é tão feio, nem tão grande, nem tão frio....
Essa menina vive em mim.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Confidências
"(...)Quis te mostrar. Sabe por quÊ? Percebi uma coisa que achei incrível e tem a ver com vc. Eu gosto de aprender e ensinar. E com você eu consigo isso. Descobri que essa relação que temos supera a figura (...),tem uma cumplicidade de impressões e experiências além de admiração e aprendizado que é difícil explicar às pessoas. Ninguém entendia (...), imagine entender que troco confidências e impressões com uma suposta rival que nem conheço. O mundo é linear demais. Eu sou um novelo de lã.
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor""
S.
Aparencia
Certo?
Ok.
Belas definições.
Minha definição? "A Amanda é instável, mesquinha, egoísta, e com um nível de QI relando o normal"
Sim, e não é pessimismo da minha parte.É exatamente como me vejo.E COMO SOU!
Se sou esforçada e tento ser uma pessoa legal, é porque na verdade não sou....
Sou ruim.Só que tento não ser.
Viver e se entender é muito mais difícil do que se imagina.
PS*Sim, meu nome é Amanda...e um dia eu conto minha história.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O Dia de Hoje
(Respira fundo.Ok, vamos lá...começando com...três pontos?)
...
É difícil escrever agora que sei que pessoas lêem.
O que estou sentindo? Não sei...juro que não sei.É aquele vazio transbordante de sempre no peito.
Estranho, né?
Comprei livros hoje.
Comprei um CD também.Gastei dinheiro que nem lembrava que era meu, e outro que sabia que não era.
Ou seja, nada daqui é meu, sou eu ou sei lá.
Talvez a lua ainda seja minha...talvez ela ainda me dá seu sorriso malicioso de graça, porque coisa minha não tenho para dar em troca.
Talvez ela tenha gostado de ser minha algumas vezes e tenha voltado por cortesia.
Mas.....sshhhhhiiiuuu....as pessoas lêem....cuidado com que se escreve, porque o blog tem leitores....
....cuidado com o que se esquece, porque o coração tem memória....
...cuidado com o que se vive, porque a vida tem vontade própria...
....cuidado com o que se pensa, porque o corpo reage...
cuidado...cuidado...cuidado....
FODA-SE
Querer e sentir, tudo bem.Não estou com problemas.
Só não sei o que se passa o tempo todo.Preciso ser reconquistada...e não sei!!!Não sei o que seria isso tudo!
Só....gosto de ser, gosto de ter amor....gosto de ser Ama.r
Ah!S., obrigada por lembrar de mim.Gosto tanto de pessoas lembrando de mim...por bem ou por mal.
(Vladimir Kush)
...
É difícil escrever agora que sei que pessoas lêem.
O que estou sentindo? Não sei...juro que não sei.É aquele vazio transbordante de sempre no peito.
Estranho, né?
Comprei livros hoje.
Comprei um CD também.Gastei dinheiro que nem lembrava que era meu, e outro que sabia que não era.
Ou seja, nada daqui é meu, sou eu ou sei lá.
Talvez a lua ainda seja minha...talvez ela ainda me dá seu sorriso malicioso de graça, porque coisa minha não tenho para dar em troca.
Talvez ela tenha gostado de ser minha algumas vezes e tenha voltado por cortesia.
Mas.....sshhhhhiiiuuu....as pessoas lêem....cuidado com que se escreve, porque o blog tem leitores....
....cuidado com o que se esquece, porque o coração tem memória....
...cuidado com o que se vive, porque a vida tem vontade própria...
....cuidado com o que se pensa, porque o corpo reage...
cuidado...cuidado...cuidado....
FODA-SE
Querer e sentir, tudo bem.Não estou com problemas.
Só não sei o que se passa o tempo todo.Preciso ser reconquistada...e não sei!!!Não sei o que seria isso tudo!
Só....gosto de ser, gosto de ter amor....gosto de ser Ama.r
Ah!S., obrigada por lembrar de mim.Gosto tanto de pessoas lembrando de mim...por bem ou por mal.
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