os dedos enferrujados deslizam pelo teclado sem coerência e soltam a música do não existir mais que é a vida de agora.
Passa o tempo, passa as horas, mas não passa a essencia.Essa fica porque é minha. O resto flui no rio que ora é vinda, ora é volta, ora é lago, ora é seca.Ora é VAI.
Sou uma menina.
Mulher?Talvez,prefiro me dizer aspirante.
Gosto de palavras, e gosto de gestos mais, muito mais do que palavras.Mas deixo claro que o gesto não faz das palavras algo desnecessário.Gosto do meu perfil.E gosto de ser livre,de ser livro, de ser mundo.
E Um dia ainda viro borboleta.
Sim, mudei um ponto de lugar.Foi preciso.